Deparei-me com o medo que algumas mulheres têm de se impor em relação aos homens e o o quanto se esforçam por agradá-los...mesmo quando esses homens já não lhes pertencem.
Terminam com o amor própio das meninas, com a sua arrogância perante a vida, com os seus narizinhos impinados, com a capacidade que outrora tinham de pensarem em inúmeras coisas ao longo do dia se não em homens... acabam com tudo o que faz de uma mulher uma senhora e ainda têm (os coitados dos homens) que levar com o sofrimento feminino que se transforma em persiguição!
Eles pensam: mas não terei sido eu suficientemente claro?! Não quero mais nada...hummm...talvez amanhã queira qualquer coisa...mas só amanhã!
Elas gritam: mas ele nem me disse porquê, ele não se justificou, ele não teve qualquer remorso de me iludir e a seguir dar-me um pontapé!
No dia seguinte, elas acordam inchadas, com dores de cabeça e de coração e com uma raiva alimentada durante a noite pelo subconsciente. Passados minutos, essa raiva oscila entre amor e ódio...e lá olham para op telemovel ou para o computador (os os dois) e idealizam uma forma de os pressionar a terem raiva de si próprios pelo mal que lhes fizeram...mas se formos averiguar a "forma de pressão delas, percebemos o quão meigas foram no seu tratamento, não vão eles desistir delas de vez e aí acaba definitivamente o ponto brilhante chamado esperança que elas tanto idolatram!
O que elas se esquecem é que só alimentam a pena que eles, os homens sentem das mulheres e o orgulhos que eles, os coitados sentem por nos imaginarem a bater com a cabeça nas paredes e a marcar reuniões com as amigas de urgência para discutir o quão preciosos são os coitados dos homens...
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